Olá, irmãos.
Muitos de nós, já ouviu falar a respeito de seitas, como algo relacionado a questão da Igreja.
Este vocábulo, na forma, como tem sido empregado, parece situar-se, definidamente na corrente de uma linguagem meramente pejorativa. Essa singularidade parece perpetuar-se, acima de um proposito incutido (este) que não deveria postar-se, acima da questão que aponta a necessidade (intrísêca) do ser em questão, em detrimento do verdadeiro apostolado, que nesta contramão da historia parece completamente deslocado de seu verdadeiro foco (as almas) uma vez que se persegue a questão das seitas com mais denodo do que as próprias almas carentes. É aqui, que a questão parece conflitar, e o conflito é causado muito mais por um (determinado) interesse em curso do que propriamente por amor as almas. Este é, o que advoga a questão, enquanto o verdadeiro Evangélho é, deixado de lado.(Amós 9;1 (2;12)(3;14)(Mateus 21;33-39) Teorizando sobre isso, percorremos um artigo contido na obra do erudito W Martin, onde acrescenta o seguinte comentário à respeito; "...Embora esteja de acordo com o fato de que "as seitas" de modo geral representam uma busca (em muitos casos) sincera de milhões de pessõas que procuram respostas para as profundas e (legítimas) aspirações do espirito humano, que a maioria delas não encontrou nas Igrejas estabelecidas" acredito também que haja muito mais para ser dito a esse respeito.."
O império das seitas v I pg 12. W Martin)
Com base neste princípio exposto por W Martin, podemos concluir com toda segurança, que o mesmo cuidado exposto nas assertivas do Irmão Martin, deve constituir-se, no nosso, quanto Irmãos e Igreja. Devemos perceber que em tudo isso, existe uma busca sincera por parte de alguém, que procura respostas, enquanto o genuino Evangélho não lhe, é, demonstrado, para que as suas legítimas aspirações de espirito sejam satizfeitas pela cristalinidade da palavra verdadeira de um Evangélho que se, repercute na:
-semeadura
-na regagem e na ação que produz
crescimento.
Pode se colher de uma terra um fruto que não foi semeado e nem tampouco regado???
Tudo o que se colhe da terra, necessariamente passou por esse processo natural.
O Homen pode até mesmo, não fazê-lo, mais O CRIADOR ordena, as aves e os animais da Biodiversidade, para que o façam, enquanto a chuva o Sol e o vento se encarregam do resto. Isto é dom Divino. O Homen mesmo assim vai ao campo e colhe, o fruto da misericordia do PAI (Isaías 55;10)
O Evangélho das Boas novas não pode ser procrastinado, em função do terreno que a questão das seitas tem tomado. Este simulacro da verdade intensifica essa lacuna aberta onde as almas caem sem a Salvação(Mateus 7:15-23)
O Evangélho é o Prodigio que aguarda as mãos e o coração que se, contrita a ele...."
(Heb 11;1) (11;6)
29/10/2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Porque as Igrejas não ajudam os pobres.
as não ajudam seus pobres?
levita-yerudiktus
Data: 10/20/09 - 20:51:44
Olá,
A comunidade de bens, narrada no livro de atos dos apóstolos, define de forma magistral, o carater do exemplo, que em tese vinha de cima.Os Apostolos que eram os (líderes)da Igreja, recolhiam os donativos que de bom grado eram trazidos, pelos fieis e em seguida, os, repartiam(q.v)Não havia na igreja de Jeruzalém, corporativismo eclesiastico(q.v)A Bíblia nos afirma que (um) era o sentimento de todos.
levita-yerudiktus
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levita-yerudiktus
Data: 10/20/09 - 20:51:44
Olá,
A comunidade de bens, narrada no livro de atos dos apóstolos, define de forma magistral, o carater do exemplo, que em tese vinha de cima.Os Apostolos que eram os (líderes)da Igreja, recolhiam os donativos que de bom grado eram trazidos, pelos fieis e em seguida, os, repartiam(q.v)Não havia na igreja de Jeruzalém, corporativismo eclesiastico(q.v)A Bíblia nos afirma que (um) era o sentimento de todos.
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Jesus cuspiu e fez lodo porque? ( Jo 9;6)
Assunto geral Re: Jesus cuspiu e fez lodo! (Porque???) Jo 9.6 Data: 20/10/09 às 20:54
Olá,
O contexto da passagem citada, pelo paradigma do antropomorfismo, se situa como ante-tese à chamada doutrina simoniana, muito comum no oriente.Esta doutrina remonta a època do livro de atos dos apostolos, quando um dos Apostolos se opôs, ao magico Simão, que ao ver os prodígios efetuados imaginou que com dinheiro pudesse também adquirir tal poder.O Antropomorfismo aqui, reside na excência de alguém, sobre o qual se diz que (é) poderoso para mover céus e terra com o seu poder.E é, aí, que reside a plenitude de uma verdade que não necessitava ser comprovada, nem tampouco estabelecida.Pois o Nosso Senhor não é magico nem tampouco mago.
Ele simpresmente traz a existência com poder. Ele move o barro...Quem é o Barro ???(Não poderei fazer de vóz como fêz este oleiro ?? Oh! casa de Israel)ele bem poderia com uma palavra fazer o cego ver...sua atitude porém tinha um profundo e denso significado profético.(aos de fora o Mestre ainda falava por parabolas...Mais aos filhos,ele tanto queria agir como falar claramente, mais não podia.Mesmo (ELE) sendo tão indiscreto ainda o, chamavam de príncipe dos demônios.(q.v)
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Olá,
O contexto da passagem citada, pelo paradigma do antropomorfismo, se situa como ante-tese à chamada doutrina simoniana, muito comum no oriente.Esta doutrina remonta a època do livro de atos dos apostolos, quando um dos Apostolos se opôs, ao magico Simão, que ao ver os prodígios efetuados imaginou que com dinheiro pudesse também adquirir tal poder.O Antropomorfismo aqui, reside na excência de alguém, sobre o qual se diz que (é) poderoso para mover céus e terra com o seu poder.E é, aí, que reside a plenitude de uma verdade que não necessitava ser comprovada, nem tampouco estabelecida.Pois o Nosso Senhor não é magico nem tampouco mago.
Ele simpresmente traz a existência com poder. Ele move o barro...Quem é o Barro ???(Não poderei fazer de vóz como fêz este oleiro ?? Oh! casa de Israel)ele bem poderia com uma palavra fazer o cego ver...sua atitude porém tinha um profundo e denso significado profético.(aos de fora o Mestre ainda falava por parabolas...Mais aos filhos,ele tanto queria agir como falar claramente, mais não podia.Mesmo (ELE) sendo tão indiscreto ainda o, chamavam de príncipe dos demônios.(q.v)
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sábado, 3 de outubro de 2009
As Gaiolas de Pássaros, e o Paradigma da Luz...
Porque Ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa..." (salm 91:3)
O presente artigo promete provocar muita discussão entre àqueles evangélicos, que usam defender a pratica de engaiolamento de passaros, afirmando não haver qualquer erro nisso.
Existe um prolóquio cuja expressão afirma que; Nem todas as verdades se costuma dizer..."
O Profº Luiz A P Victoria sustenta, a teoria de que é passível uma conveniência de um paradigma de estilo, que se corrobore com um conceito, onde se, concentre a necessidade de se dizer algo, por uma forma de retórica onde o conteúdo por sí mesmo se exprima, de forma a não deixar margem contestatória, contra uma verdade cristalina. Este é, o pleno paradigama da luz, em tese, contido na expressão do salmo 91.3) citado acima. Por esse paradigma da Luz, enfocamos o tema, a partir da Gênese de um texto que se, baseia no refugio da questão, (aqui) intrísêca, onde se, sustenta, que algumas espécies de Pássaros permitem o engaiolamento em função da (propria) natureza, uma vez que não sobreviveriam de uma outra forma. Ou seja; foram criados unica e exclusivamente para serem mantidos em (gaiolas). Este conceito perde a sustentabilidade à partir do contexto da passagem de (gênesis 1;24) Os Animais (principalmente0 as Aves é que tem sofrido a pratica de confinamento contínuo, que lhe, é, imposto pelo Homen (principal) predador das espécies nativas. Podemos constituir a passagem de (Gn 1;30)"As Aves do Céu..."como uma espécie fortuita do paradigma do 6º dia, narrativa impressionante de um projeto Divino de Criação Formação e formatação em cadeia. A prole do Zelador do Imenso Jardim é que principiou a devastação e o aniquilamento do imenso Nicho bio-natural, onde (ele) havia sido colocado como dominador do meio(Gn 1;24) A natureza alada dos pássaros, é a grande contrafactualidade da questão do engaiolamento de pássaros, uma vez que não possui natureza rastejante como os Répteis. esta contrafactualidade reforça o direito e a ampla necessidade da (reconquista do direito suplemo de voarem livres (das gaiolas) Um Célebre maskil do rei David, espressa este magnífico paradigma de liberdade das Aves, transcendentado no âmago de um rei (salmo 55; 6-7) a natureza alada dos Pássaros reforça, a excel~encia de um direito à liberdade (quinhão) à eles disposto Pelo SUPREMO CRIADOR.
Por essa razão é, que o psêu-passarinheiro diverge (salmo 91;3)
(continua)
sabado 03/10/2009
O presente artigo promete provocar muita discussão entre àqueles evangélicos, que usam defender a pratica de engaiolamento de passaros, afirmando não haver qualquer erro nisso.
Existe um prolóquio cuja expressão afirma que; Nem todas as verdades se costuma dizer..."
O Profº Luiz A P Victoria sustenta, a teoria de que é passível uma conveniência de um paradigma de estilo, que se corrobore com um conceito, onde se, concentre a necessidade de se dizer algo, por uma forma de retórica onde o conteúdo por sí mesmo se exprima, de forma a não deixar margem contestatória, contra uma verdade cristalina. Este é, o pleno paradigama da luz, em tese, contido na expressão do salmo 91.3) citado acima. Por esse paradigma da Luz, enfocamos o tema, a partir da Gênese de um texto que se, baseia no refugio da questão, (aqui) intrísêca, onde se, sustenta, que algumas espécies de Pássaros permitem o engaiolamento em função da (propria) natureza, uma vez que não sobreviveriam de uma outra forma. Ou seja; foram criados unica e exclusivamente para serem mantidos em (gaiolas). Este conceito perde a sustentabilidade à partir do contexto da passagem de (gênesis 1;24) Os Animais (principalmente0 as Aves é que tem sofrido a pratica de confinamento contínuo, que lhe, é, imposto pelo Homen (principal) predador das espécies nativas. Podemos constituir a passagem de (Gn 1;30)"As Aves do Céu..."como uma espécie fortuita do paradigma do 6º dia, narrativa impressionante de um projeto Divino de Criação Formação e formatação em cadeia. A prole do Zelador do Imenso Jardim é que principiou a devastação e o aniquilamento do imenso Nicho bio-natural, onde (ele) havia sido colocado como dominador do meio(Gn 1;24) A natureza alada dos pássaros, é a grande contrafactualidade da questão do engaiolamento de pássaros, uma vez que não possui natureza rastejante como os Répteis. esta contrafactualidade reforça o direito e a ampla necessidade da (reconquista do direito suplemo de voarem livres (das gaiolas) Um Célebre maskil do rei David, espressa este magnífico paradigma de liberdade das Aves, transcendentado no âmago de um rei (salmo 55; 6-7) a natureza alada dos Pássaros reforça, a excel~encia de um direito à liberdade (quinhão) à eles disposto Pelo SUPREMO CRIADOR.
Por essa razão é, que o psêu-passarinheiro diverge (salmo 91;3)
(continua)
sabado 03/10/2009
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